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quarta-feira, 27 de maio de 2020

Top 10 Countries by Inflation Rate (1980-2018)

This map highlights the countries that depend the most on the travel and tourism industry


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Today’s infographic uses data from the World Travel & Tourism Council, and it highlights the countries that depend the most on the travel and tourism industry according to employment—quantifying the scale that the industry contributes to the health of the global economy.⠀ ⠀ Worldwide, 44 countries rely on the travel and tourism industry for more than 15% of their total share of employment. Unsurprisingly, many of the countries suffering the most economic damage are island nations. At the same time, data reveals the extent to which certain larger nations rely on tourism. ⠀ ⠀ In New Zealand, for example, 479,000 jobs are generated by the travel and tourism industry, while in Cambodia tourism contributes to 2.4 million jobs. Croatia, another tourist hotspot, is hoping to reopen in time for peak season—the country generated tourism revenues of $13B in 2019. With a population of over 4 million, travel and tourism contributes to 25% of its workforce.⠀ ⠀ #travel #tourism #industry #global⠀
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domingo, 24 de maio de 2020

Google Trends: volume de pesquisas sobre os municípios do litoral norte de SP

| Megaferiado |

quarta-feira, 20 de maio de 2020

Reflexões sobre o potencial impacto do "megaferiado" paulistano na disseminação do novo Coronavírus no litoral paulista



Por : Aristides Faria, professor do Instituto Federal de São Paulo

Em virtude de meu trabalho por meio do Observatório do Turismo, projeto idealizado no âmbito do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo (Câmpus Cubatão), eu gostaria de compartilhar alguns dados e reflexões sobre o "megaferiado".

A partir de algumas discussões entre amigos e familiares em torno da antecipação de dois feriados para hoje (20/05/2020) e amanhã (21), pensei em coletar dados que proporcionassem alguma lógica aos debates - bastante acalorados. Além disso, dia 22 de maio, sexta-feira, será ponto facultativo. Há, ainda, a possibilidade de que segunda-feira seja feriado local também.

Ocorre que, neste caso, as pessoas tendem a se deslocarem para outros municípios no entorno da Região Metropolitana de São Paulo. Assim, conclui-se que há tendência de movimentação sentido municípios turísticos do interior e litoral paulista.

Natural e tradicionalmente, os municípios não têm infraestrutura para suportar a demanda turística durante feriados e períodos de alta temporada (verão ou inverno, a depender do caso). O ponto-chave da discussão é que o turismo paulista se caracteriza pela hospedagem em residências secundárias. Com isso, conclui-se que os turistas, em grande quantidade, são investidores, ou seja, possuem imóveis e mesmo automóveis para uso ocasional nos municípios turísticos do estado de São Paulo.

Bem, independentemente de diversas variáveis busquei concentrar meu olhar sobre os dados que possuímos acerca da incidência de Coronavírus na população paulista. Considerado a dimensão da população residente em cada uma das nove cidades da Região Metropolitana da Baixada Santista (RMBS), com relação ao número de casos suspeitos e confirmados (somados), obtive um fator denominado Taxa de Contaminação (TC).

Comparei o cenário real (desconsiderei subnotificações) com dois cenários: incidência da TC do município de São Paulo sobre a população residente em cada município - que possui sua própria TC (Cenário SP); e incidência da TC da RMBS sobre a população residente em cada município (Cenário BS).

No gráfico, o cenário real, com dados consolidados em 20/05/2020, está representado pelas barras de cor verde. Os dados do "Cenário SP" constam em cor azul e os do "Cenário BS" são representados pela cor amarela.

Fica patente que há possibilidade real de que venhamos enfrentar aumento da disseminação do novo Coronavírus entre residentes dos municípios da RMBS - onde eu resido. Como estamos em momento totalmente atípico, não vou comentar - agora - sobre a quantidade de pessoas que se deslocarão entre a capital paulista e os municípios turísticos do estado de São Paulo por conta do "megaferiado".

Os dados falam por sim. Compartilho, então, alguma contribuição para o debate...

Um forte abraço - à distância!

Sucesso sempre,

Aristides Faria

quinta-feira, 7 de maio de 2020

Revista recebe artigos sobre turismo e governança territorial em tempos de pandemia

Por: Joao Doarth

A equipe editorial da Revista Ateliê do Turismo (ISSN 2594-8407) convida toda a comunidade acadêmica a submeter artigos, ensaios, relatos, entrevistas e resenhas inéditos para uma edição especial, intitulada “Lições e perspectivas sobre turismo e governança territorial em tempos de pandemia”, a ser publicada em outubro de 2020.

São esperados textos com resultados de pesquisas aplicadas acerca dos diversos segmentos da atividade turística, assim como estudos bibliométricos e ensaios teóricos sobre turismo, hospitalidade e temas relacionados.

Este projeto editorial foi pensado no contexto da pandemia, motivado pela disseminação, em escala global, do Coronavírus (CID10) e a consequente moléstia denominada COVID-19.

Os editores incentivam, entretanto, que os autores submetam estudos sobre crises de saúde pública passadas, a atual e mesmo futuras.

Sugere-se a interface entre temas centrais desta edição especial – turismo e governança territorial – e assuntos como sustentabilidade, gestão de crises, responsabilidade social corporativa, empreendedorismo, macroeconomia, gestão e políticas públicas, saúde pública e competitividade, por exemplo.

A Revista Ateliê do Turismo possui periodicidade semestral e conta, usualmente, com a contribuição de autores nacionais e internacionais, contemplando como missão proporcionar um espaço de diálogo, difusão e reflexão científica, proporcionando o fomento, acessibilidade e disseminação dos estudos acadêmicos e científicos relacionados ao Turismo e Hospitalidade.

Para esta edição, atuará como convidado, para coordenação e supervisão, o Prof. Dr. Aristides Faria Lopes dos Santos, do Instituto Federal de São Paulo (IFSP).

O periódico tem abrangência nacional e internacional, e os trabalhos escritos podem ser enviados em português, espanhol e inglês. O prazo para submissões é até o dia 15 de setembro de 2020.

Mais informações podem ser consultadas no site da revista, nos menus institucional  (https://periodicos.ufms.br/index.php/adturismo/about), submissões (https://periodicos.ufms.br), equipe editorial (https://periodicos.ufms.br/index.php/adturismo/about/editorialTeam) e contatos (https://periodicos.ufms.br/index.php/adturismo/about/contact).

Fonte: https://cpaq.ufms.br/revista-recebe-artigos-sobre-turismo-e-governanca-territorial-em-tempos-de-pandemia/

2020: Quais turismos teremos no futuro após a pandemia em curso?


www.observatoriodoturismo.com

#fiqueemcasa


terça-feira, 28 de abril de 2020

Instagram: mudança de rota


Caros leitores,

O observatório e o SIGESTur são projetos desenvolvidos no âmbito do IFSP Câmpus Cubatão, sob minha coordenação.

Neste perfil aqui no Instagram (@observatoriodoturismo) tenho publicado conteúdo acerca da prática de esportes - sobretudo natação em água abertas - nas praias do litoral do estado de São Paulo.

O propósito era produzir conteúdo sobre o segmento de eventos nesta região.

Com a quarentena imposta por conta da disseminação do Coronavírus, os eventos esportivos tem sido cancelados.

Com isso, estou retomando a publicação de dados, informações e análises sobre o setor de viagens e turismo!

Um forte abraço!

Sucesso sempre,

Aristides Faria
28.04.2020

Status da quarentena em Santos (SP) | 28.04.2020


segunda-feira, 20 de abril de 2020

Sistema Integrado de Gestão de Destinos Turísticos (SIGESTur): componentes do sistema e mapa mental

Por: Aristides Faria Lopes dos Santos

Ao longos dos últimos iniciei um processo de consolidação de experiências, conceitos, dados e informações acumulados. Reconheço que tem sido um movimento bastante pessoal e até egoísta.

Já que este processo tem sido pensado e escrito no campo dos estudos da hospitalidade, me questiono com alguma frequência se este caminhar individualista enseja uma grande contradição ou dicotomia. São reflexões sobre administração pública, turismo, cidade, pessoas, relacionamentos e vivências,que culminam na busca por melhor qualidade de vida e experiências memoráveis para anfitriões e visitantes.

O fato é que desde 2016 venho executando projetos de iniciação científica e extensão no âmbito do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo (Câmpus Cubatão), no litoral do estado de São Paulo. Pela natureza dos editais - oportunidades, recursos disponíveis, restrições etc. - em cada projeto eu e os bolsistas envolvidos nos dedicamos a partes integrantes do Sistema Integrado de Gestão de Destinos Turísticos.

Reconheço que estas partes isoladas, muitas vezes, parecem não ter o menor sentido. Ocorre que, depois de quatro ou cinco anos, acredito que seja possível consolidar lições aprendidas e propor um modelo conceitual.

Os projetos aos quais me refiro são os seguintes:

  • 2016: Competitividade no setor de Viagens e Turismo: estudo de casos múltiplos no Litoral Paulista
  • 2017: Observatoriodoturismo.com: monitoramento e avaliação de políticas públicas de fomento ao turismo no litoral paulista
  • 2017: Competitividade: análise do mercado de turismo no Litoral Paulista
  • 2017: Sistema Integrado de Gestão de Destinos Turísticos (SIGESTur): projeto piloto Cubatão (SP)

Juntos, os diversos projetos executados receberam a denominação de “Observatório do Turismo | SIGESTur”, que é um modelo/sistema de coleta, processamento, análise de dados e distribuição de informações aos profissionais atuantes no setor de viagens e turismo em determinado território.

Estes projetos me ajudaram a dar vasão a reflexões e "experimentos" ao longo do doutorado. Assim, muitas das ideias que compartilhei por meio de minha tese, têm origem e/ou motivaram a proposição do SIGESTur.

SIGESTur: mapa mental

Deste modo, compartilho a seguir uma descrição dos componentes e um mapa mental do sistema:

Destination Management Organization (DMO): no nível mais "alto" é representada a organização gestora do destino, que pode ser um organismo estatal ou entidade do terceiro setor, por exemplo. Cada destino irá definir a organização ou colegiado que exercerá a tarefa de liderar e mobilizar o trade da destinação.

Gestor do SIGESTur: à direita, está representado o profissional técnico imbuído de executar o planejamento elaborado colaborativamente entre os stakeholders atuantes no setor de viagens e turismo do destino. Recomenda-se a estrutura projetizada.

Caracterização do ambiente legal e regulatório: é essencial que todos os stakeholders atuantes em determinado destinos – seja local, distrital, regional, nacional ou internacional – disponham de informações precisas, claras, atualizadas, confiáveis e acessíveis a respeito do ambiente legal e regulatório ao qual estes estão submetidos. Configura-se tarefa do Gestor do Sistema compor e manter banco de dados a respeito, integrando dados sobre diferentes setores.

Caracterização da atividade turística: o Gestor do Sistema tem a tarefa de atuar diretamente na coleta de dados sobre o setor de viagens e turismo no destino. Cada destinação dispõe de uma capacidade própria de gerar tais dados ou mesmo de estabelecer parcerias para fazê-lo, assim, o Gestor do SIGESTur irá fundamentar suas análises sobre o mercado local/regional com dados primários e secundários, conforme disponibilidade. A palavra-chave é integração, ou seja, compartilhar análises precisas com stakeholders que demandam este conhecimento.

Gerenciamento dos stakeholders formais: o Gestor do SIGESTur irá atuar direta e permanentemente na identificação, mapeamento e classificação dos stakeholders da DMO de modo a gerenciar suas demandas – tanto necessidades quanto desejos – no sentido de se antecipar a potenciais conflitos ou mediar atritos já estabelecidos.  Este núcleo de ações é especialmente relevante no que tange ao gerenciamento das comunicações e integração dos projetos.

Canais de distribuição ou difusão da informação: este tópico se refere a ações de distribuição ou difusão da informação (pós análises). Há quatro principais aspectos a serem observados: construção de conteúdo e audiência, conexão e atendimento aos múltiplos stakeholders da DMO, curadoria de conteúdo de terceiros e gerenciamento de canais de comunicação e perfis de públicos-alvo, além de fomento a uma cultura de integração, compartilhamento e colaboração entre estes stakeholders.

Espero que estas ideias possam ajudar os gestores de turismo Brasil afora! Aguardo seus comentários!!

Um forte abraço!

Sucesso sempre,

Aristides Faria

domingo, 12 de abril de 2020

Gestão de destinos turísticos: um guia de bolso


Ações tomadas pela prefeitura de Santos (SP) para combate ao novo Coronavírus | 11.04.2020


Ações tomadas pela prefeitura de Praia Grande (SP) para combate ao novo Coronavírus | 11.04.2020


Ações tomadas pela prefeitura de Peruíbe (SP) para combate ao novo Coronavírus | 11.04.2020


Ações tomadas pela prefeitura de Mongaguá (SP) para combate ao novo Coronavírus | 11.04.2020


Ações tomadas pela prefeitura de Itanhaém (SP) para combate ao novo Coronavírus | 11.04.2020


sábado, 11 de abril de 2020

Ações tomadas pela prefeitura de Bertioga (SP) para combate ao novo Coronavírus | 11.04.2020


Ações tomadas pela prefeitura de São Vicente (SP) para combate ao novo Coronavírus | 11.04.2020


Ações tomadas pela prefeitura de Guarujá (SP) para combate ao novo Coronavírus | 11.04.2020


Ações tomadas pela prefeitura de Cubatão (SP) para combate ao novo Coronavírus


segunda-feira, 6 de abril de 2020

Panorama do mercado brasileiro de viagens e turismo pré-pandemia

Por: Aristides Faria, docente do Instituto Federal de São Paulo.

Em 11 de março de 2020, a Organização Mundial da Saúde (OMS) reconheceu como pandemia a presente crise de saúde pública motivada pela disseminação em escala global do novo Coronavírus (CID10), o que motivou intensos esforços para a desmobilização da cadeia produtiva do turismo.

Isto é, importantes ações de contenção da mobilidade das pessoas foram tomadas de maneira a reduzir os riscos de contaminação comunitária importada e massiva nos mais diferentes países.

Aqui você pode acessar um documento que apresenta um - breve - panorama do mercado brasileiro de viagens e turismo nos anos recentes, ou seja, pré-pandemia.

É esperado que este texto, o qual já vinha em elaboração por razões diversas, possa servir de ponto de partida ou referência para estudos futuros a respeito da reestruturação social e econômica do setor pós-pandemia.

Acesse o artigo completo aqui!

domingo, 29 de março de 2020

Atividade turística pode ser vetor para a reestruturação social e econômica pós-pandemia

Escrevo este texto em 29 de março de 2020, quando o Coronavírus CID10 impôs um novo modo vida a cidadãos de todo o planeta. País após país têm submetido seus habitantes a um período de quarentena por tempo indeterminado.

Em 11 de março a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou a presente crise como pandemia, o que motivou intensos esforços para a desmobilização da cadeia produtiva do turismo. Isto é, importantes ações de contenção da mobilidade das pessoas foram tomadas de maneira a reduzir os riscos de contaminação comunitária importada e massiva nos mais diferentes países.

O deslocamento das pessoas, seja por trabalho ou lazer, por exemplo, é condição elementar do setor de viagens e turismo. Do mesmo modo, serviços de hospedagemgastronomia entretenimento, dependem em boa parte dos fluxos turísticos. Neste sentido, torna-se evidente que o primeiro – e um dos principais – setores da economia global a sentirem os efeitos colaterais da presente pandemia foi o turístico.

Feita esta contextualização, acredito que os leitores já perceberam que será longa a jornada para se reestruturar o setor turístico quando esta crise passar. Está claro, então, que os negócios do setor, assim como da frágil economia brasileira como um todo, demandarão intensos esforços para ingressar em nova fase de crescimento dentro dos ciclos (macro e micro) econômicos.

Algumas perguntas essenciais para os gestores de destinos e serviços turísticos:
  • Quais segmentos turísticos são prioritários em sua localidade?
  • Quais setores da economia são predominantes em sua região?
  • Quais serviços turísticos são predominantes em seu destino?
  • Quanto tempo durará o período de quarentena (rígido, moderado, vertical, horizontal... seja como for)?
  • Em qual prazo sairemos do período recessivo no qual estamos prestes a mergulhar involuntária e inevitavelmente?
  • O empresariado local e regional compartilha de confiança mútua, sendo capaz de estabelecer parcerias sólidas com vistas ao reestabelecimento econômico sustentável?


Particularmente, não espero respostas a todos estes questionamentos. Aliás, estou seguro de que há muitas outras perguntas a serem feitas. Penso, sim, que o estabelecimento de visão compartilhada e o empreendimento de esforços despidos de cores partidárias são condicionantes para o bom sucesso de quaisquer estratégias que venham a ser implementadas no sentido de reestruturar o setor de viagens e turismo no mundo, no Brasil, no litoral paulista e aqui em Cubatão.

Me parece sensato antever que uma vez que, tão logo seja possível encerra o período de quarentena, as pessoas buscarão o lazer e o entretenimento (especialmente ao ar livre), assim como opções de turismo de baixo custo (em geral). É tempo de planejar a oferta de produtos inovadores capazes de proporcionar experiências memoráveis!

A pretensa derrocada da economia regional e mesmo nacional não pode ser o rótulo do medo, mas motivação para a criatividade, o empreendedorismo e o estabelecimento de alianças estratégicas entre negócios de micro, pequeno, médio e grande portes, baseadas na confiança, cooperação e no altruísmo – característicos das relações de hospitalidade.

Preciso mencionar que é tempo de repensar – muito – sobre quais são, na prática, os papéis do poder público e dos agentes políticos. A politização de uma questão de saúde pública em nada ajuda a mobilização da sociedade para a ação eficiente e efetiva.

A consecução de resultados eficazes se dará, em minha visão, tão somente por meio da ação planejada liderada por docentes, pesquisadores, servidores públicos, empresários e/ou cidadãos conscientes de sua corresponsabilidade local, regional e planetária.

Neste sentido, destinos e prestadores de serviços turísticos têm a chance de repensar seu posicionamento e suas prioridades, assim como potencialidades e fraquezas para que a atividade turística se consolide como vetor para a reestruturação social e econômica pós-pandemia.

Um forte abraço!

Sucesso sempre,

Aristides Faria

UNWTO | Healing solutions for tourism challenge


UNWTO | Healing solutions for tourism challenge


Observatório do Turismo | SIGESTur

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